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| Música para os teus ouvidos |
setembro 30, 2011
Falar a sério #2: Portugal dos pequenos...
"Vão desaparecer 15 mil pequenos produtores de vinho"
Dos pequenos não reza a história: dos pequenos produtores, dos pequenos agricultores, dos pequenos empresários, dos pequenos comerciantes... dos pequenos que todos somados já foram grandes... mas deles não reza a história porque pequenos são todos aqueles que, escolhendo os grandes, fizeram deles ainda mais pequenos. Pequenos somos nós que permitimos que isto acontecesse no nosso País aos nossos concidadãos... Um dia vamos pagar a factura e essa não será assim tão pequena! E esse dia é hoje.
By éSe
Dos pequenos não reza a história: dos pequenos produtores, dos pequenos agricultores, dos pequenos empresários, dos pequenos comerciantes... dos pequenos que todos somados já foram grandes... mas deles não reza a história porque pequenos são todos aqueles que, escolhendo os grandes, fizeram deles ainda mais pequenos. Pequenos somos nós que permitimos que isto acontecesse no nosso País aos nossos concidadãos... Um dia vamos pagar a factura e essa não será assim tão pequena! E esse dia é hoje.
By éSe
Shakira queres trocar a ilha das Bahamas pela das Bananas?
Diz a notícia que a cantora Shakira comprou uma ilha das Bahamas (é ler aqui) e que lhe custou apenas 12 milhões (nós temos pago coiro e cabelo por uma e nunca chega a ser nossa). Pergunta éSe: Shakira, amiga, tu que até falas português (com sotaque) e curtes música (por lá há um maestro com muita experiência na batuta), não queres trocar as Bahamas pelas Bananas?
éSe trata de pedir asilo...
... porque éSe quer viver num país relativamente civilizado e com pessoas assim assim dentro dos parâmetros considerados normais para a espécie humana. Para tal, organizou um dossier de imprensa com as seguintes notícias:
Duarte Lima único suspeito na morte de Rosalina
Isaltino Morais foi libertado
Dívida da Madeira é de 6,3 milhões
Governo: "Vão ser necessárias mais medidas" este ano
éSe pede deferimento e um avião que a leve daqui para fora... O próximo passo é barricar-se no balcão do check in da TAP até arranjar um voo para nenhures!
Duarte Lima único suspeito na morte de Rosalina
Isaltino Morais foi libertado
Dívida da Madeira é de 6,3 milhões
Governo: "Vão ser necessárias mais medidas" este ano
éSe pede deferimento e um avião que a leve daqui para fora... O próximo passo é barricar-se no balcão do check in da TAP até arranjar um voo para nenhures!
Notícias de hoje...
Coisas que deixam éSe muito satisfeita:
Coisas que quase dão vontade de rir a éSe:
e coisas que por pouco não levam éSe às lágrimas:
Dia grande cá no burgo... quase tão grande como a "A" má notícia:
Portugal fecha primeiro semestre com défice de 8,3%
Coisas que quase dão vontade de rir a éSe:
e coisas que por pouco não levam éSe às lágrimas:
Dia grande cá no burgo... quase tão grande como a "A" má notícia:
Portugal fecha primeiro semestre com défice de 8,3%
Sexta-feira santa
Gosto das sextas-feiras, sobretudo quando calham na véspera de uma semana de férias.
setembro 29, 2011
Opinião sem filtro #1: Hoje é o Dia dos Solteiros... e assim assim!
Realmente há dias para tudo... e programas para todos os dias, mesmo que não sejam totalmente ajustados. Hoje é o Dia dos Solteiros que a avaliar por uma das peças que li sobre a matéria é tratado como o Dia dos Encalhados (no extremo, porque há gente para tudo, até como o Dia dos Casados Não Praticantes). Se não vejamos:
- «Singles Party: inclui jantar, DJ, aula de dança e atividades para a interação dos participantes»: Actividades para interacção entre solteiros... como que a ver se a coisa pega. Já os estou a imaginar a jogar «ao bate pé» ou «ao verdade ou consequência». Sim porque toda a gente sabe que os solteiros não interagem com pessoas no seu dia-a-dia, não jantam fora, não vão ao ginásio... mas se metermos esta espécie de gente esquisita e antisocial toda junta e fizermos uns jogos malucos talvez eles sejam recuperáveis e arranjem uma vida (a dois). Sim porque se não for a dois ou mais não é vida... Sentimento aliás partilhado por muitos empregadores que acham sempre que os solteiros podem fazer tudo o que se lhes pede, às horas mais estapafurdias, pois não têm filhos ou sequer marido... logo não têm vida própria.
- «Speedating: (...) dividido por duas faixas etárias: 25/35 anos e 35/45 anos. Este encontro termina por volta das 23 horas, mas todos os participantes estão convidados a ficar à conversa com as pessoas que acabaram de conhecer»: Desde logo só podem conversar com pessoas do seu tamanho porque a história do amor que não escolhe idades não entra aqui.
- «Viagens para solteiros: destinos rápidos que as companhias aéreas low cost propõem e que podem ser desde uma fuga a Paris – em busca do amor – ou rumo a Barcelona para os amantes de ambientes históricos»: Então mas a coisa é para celebrar o facto de se estar solteiro ou para pôr fim a essa condição? É para animar as pessoas ou para lhes dizer já que não conseguem desencalhar sozinhas há por aí umas empresas que dão uma mãozinha...
Só falta o slogan: «Venha celebrar connosco este Dia do Solteiro... Se depender de nós, será o último».
Há uma proposta que acho particularmente interessante e que dita o seguinte: «Faça voluntariado: tantas e tantas associações que precisam de uma mão amiga. Experimente um lar de idosos no seu bairro ou um infantário perto de si que, com toda a certeza, apreciarão o seu gesto». Ora lá está uma actividade tipicamente para solteiros... Até já estou a ver a justificação: os casados já tiveram a sua experiência voluntária da vida quando disseram sim... e basta!
Ah... e só há solteiros em Lisboa, praticamente. Ou isso ou a CP hoje dá bilhetes de borla a todos os solteiros que queiram vir à capital interagir uns com os outros.
Para quem alinha nestas comemorações e celebrações, podem aceder ao programa aqui. éSe só tem uma coisa a dizer... Ainda bem que não é nem está solteira, se não deprimia, com esta forma de encarar as pessoas sem compromisso ou aliança...
- «Singles Party: inclui jantar, DJ, aula de dança e atividades para a interação dos participantes»: Actividades para interacção entre solteiros... como que a ver se a coisa pega. Já os estou a imaginar a jogar «ao bate pé» ou «ao verdade ou consequência». Sim porque toda a gente sabe que os solteiros não interagem com pessoas no seu dia-a-dia, não jantam fora, não vão ao ginásio... mas se metermos esta espécie de gente esquisita e antisocial toda junta e fizermos uns jogos malucos talvez eles sejam recuperáveis e arranjem uma vida (a dois). Sim porque se não for a dois ou mais não é vida... Sentimento aliás partilhado por muitos empregadores que acham sempre que os solteiros podem fazer tudo o que se lhes pede, às horas mais estapafurdias, pois não têm filhos ou sequer marido... logo não têm vida própria.
- «Speedating: (...) dividido por duas faixas etárias: 25/35 anos e 35/45 anos. Este encontro termina por volta das 23 horas, mas todos os participantes estão convidados a ficar à conversa com as pessoas que acabaram de conhecer»: Desde logo só podem conversar com pessoas do seu tamanho porque a história do amor que não escolhe idades não entra aqui.
- «Viagens para solteiros: destinos rápidos que as companhias aéreas low cost propõem e que podem ser desde uma fuga a Paris – em busca do amor – ou rumo a Barcelona para os amantes de ambientes históricos»: Então mas a coisa é para celebrar o facto de se estar solteiro ou para pôr fim a essa condição? É para animar as pessoas ou para lhes dizer já que não conseguem desencalhar sozinhas há por aí umas empresas que dão uma mãozinha...
Só falta o slogan: «Venha celebrar connosco este Dia do Solteiro... Se depender de nós, será o último».
Há uma proposta que acho particularmente interessante e que dita o seguinte: «Faça voluntariado: tantas e tantas associações que precisam de uma mão amiga. Experimente um lar de idosos no seu bairro ou um infantário perto de si que, com toda a certeza, apreciarão o seu gesto». Ora lá está uma actividade tipicamente para solteiros... Até já estou a ver a justificação: os casados já tiveram a sua experiência voluntária da vida quando disseram sim... e basta!
Ah... e só há solteiros em Lisboa, praticamente. Ou isso ou a CP hoje dá bilhetes de borla a todos os solteiros que queiram vir à capital interagir uns com os outros.
Para quem alinha nestas comemorações e celebrações, podem aceder ao programa aqui. éSe só tem uma coisa a dizer... Ainda bem que não é nem está solteira, se não deprimia, com esta forma de encarar as pessoas sem compromisso ou aliança...
Revista na área da saúde...
Diz o título que é de saúde masculina que trata esta revista:
E de facto este rapaz da capa tem um ar extremamente... saudável. éSe constata que gosta muito de revistas científicas da área da saúde.
E de facto este rapaz da capa tem um ar extremamente... saudável. éSe constata que gosta muito de revistas científicas da área da saúde.
setembro 28, 2011
Por que razão eu não tenho amigos normais (e gosto)? #3
À mesa com éSe (a outra):
éSe (a outra) tem uma amiga que pôs uma mamas novas...éSe (esta) diz que gostaria de ter umas mamas - nem sequer precisavam de ser novas, apenas que se vissem. Vai daí éSe (a outra) sugere que esta éSe compre as mamas às prestações: uma em Agosto com o subsísio de férias... outra em Dezembro com o subsídio de Natal. Daí a importância de receber os subsídios por inteiro. Boa amigo Coelho?
éSe (a outra) tem uma amiga que pôs uma mamas novas...éSe (esta) diz que gostaria de ter umas mamas - nem sequer precisavam de ser novas, apenas que se vissem. Vai daí éSe (a outra) sugere que esta éSe compre as mamas às prestações: uma em Agosto com o subsísio de férias... outra em Dezembro com o subsídio de Natal. Daí a importância de receber os subsídios por inteiro. Boa amigo Coelho?
Sai uma água com gás...
Agora sim,tenho a perfeita noção do precurso que a comida faz no nosso organismo... Depois de um almoço ontem num restaurante de comida tradicional nepalesa e porque já não comia nada tão condimentado há vários meses, fiquei com todo o aparelho digestivo literalmente a arder... Começou na boca e estou mesmo a ver onde vai acabar... Auch!
E não é que isto saiu na imprensa #3
Era para reproduzir a capa do semanário Sol do passado dia 23 de Setembro mas recuso-me... Vão procurar para ver qual é, se ainda não conhecem... Só que à conta desta capa que ando há dias com uma única pergunta na cabeça: Em que é que a fotografia que faz manchete daquela edição do Sol contribui para a informação e esclarecimento dos leitores sobre o caso Feteira? Se houver por aí alguma mente mais iluminada do que a minha, peço que me explique... mas que me explique como se eu fosse muito burra.
Antecipadamente grata
éSe
Antecipadamente grata
éSe
Da boca para fora #4: Do convento para o degredo
O suplemento Vidas do Correio da Manhã publica uma entrevista à jovem Delphine da segunda edição da Casa dos Degredos que titula da seguinte forma: «Delphine: "Senti-me uma pega" (Actualizada)» (não, não é a pega que é actualizada mas a notícia ok?). É ler aqui na íntegra para perceber que de facto algo está podre no reino desta jovem pura e eventualmente casta que afinal até quer ser freira mas foi ali espreitar as diferenças entre um reality show e a vida no convento. Mas será que ninguém lhe pergunta: Mas que raio esperavas afinal? A Teresa Guilherme a rezar o terço? Delphine pequena Delphine, diz-te éSe que não te engana: Já foste... Podes desencanar dessa história da freira que cá fora já não pega... salvo seja!
setembro 26, 2011
E por falar em futebol...
Ah grande Pedro Emanuel... é impressão minha ou este treinador da Académica tem pinta para jogar a meio campo num dois a dois para empate técnico? Parafraseando o saudoso Perestrelo "é disto que o meu povo gosta".
setembro 23, 2011
Falsa partida...
éRe e éSe têm estado em estágio para a grande prova (ok ok mini prova)... Ao longo de vários dias foram alvo de um programa intensíssimo de treino para o próximo domingo. Para já, regista-se uma falsa partida na preparação do equipamento para o dia e um incidente na interacção com a organização da prova. Mas voltaremos a este assunto, depois de passar a ponte a pé!
É agora que me livro do meu lado Tony Ramos...
éSe foi ali passar o laser pelo pêlo e ficou muito satisfeita... Com o resultado e com o atendimento! E a ver se é desta que éSe se livra do seu lado Tony Ramos, sim?
setembro 22, 2011
Da boca para fora #3
«A minha mãe ainda não percebeu que cresci»
Isaurinha Jardim, Revista Caras (24/09/2011)
éSe acrescentaria que Cinha não percebeu outras coisas relacionadas com o crescimento das pessoas, nomeadamente que ela própria já não tem 18 anos... nem 20... nem 30... nem 40... e por aí fora!
Isaurinha Jardim, Revista Caras (24/09/2011)
éSe acrescentaria que Cinha não percebeu outras coisas relacionadas com o crescimento das pessoas, nomeadamente que ela própria já não tem 18 anos... nem 20... nem 30... nem 40... e por aí fora!
setembro 21, 2011
setembro 19, 2011
Acerca das palavras de CR7
Que podem ler-se aqui, só tenho a dizer... que não tenho nada a dizer, porque desde que o meu sobrinho pensou que esta:
era eu... compreendo perfeitamente o que é acreditar numa mentira piedosa...
E sim, eu tenho inveja da conta bancária dele e da embalagem dela!
era eu... compreendo perfeitamente o que é acreditar numa mentira piedosa...
E sim, eu tenho inveja da conta bancária dele e da embalagem dela!
Na idade dos quê e porquês #3
O primeiro dia de escola da Mada após as férias (de quase dois meses) acabou pela hora de almoço por sugestão da educadora. Mada está no grupo dos meninos que mudaram de escola. A prática aplica-se também aos que vão pela primeira vez para o jardim de infância.
Lá foi éSe buscar Mada às 13.30 horas, pois a "meia dose" fez questão de almoçar na escola. éSe tinha a esperança de que tudo corresse bem, como correu, e a expectativa da excitação de Mada quando a visse chegar para a levar para casa. Mãe é mãe, certo? Foi mais ou MENOS assim. Um beijinho e um abraço apertado e duas perguntas saltaram da boca de Mada:
1.ª Pergunta: Mãe, posso ficar mais um bocadinho?
Resposta: Não filha, temos de ir buscar o mano e vamos para casa... Amanhã voltas.
2.ª Pergunta (já no corredor): Mãe gostava de saber por que é que não posso lanchar hoje na escola...
Resposta: Glup...
By éSe
Lá foi éSe buscar Mada às 13.30 horas, pois a "meia dose" fez questão de almoçar na escola. éSe tinha a esperança de que tudo corresse bem, como correu, e a expectativa da excitação de Mada quando a visse chegar para a levar para casa. Mãe é mãe, certo? Foi mais ou MENOS assim. Um beijinho e um abraço apertado e duas perguntas saltaram da boca de Mada:
1.ª Pergunta: Mãe, posso ficar mais um bocadinho?
Resposta: Não filha, temos de ir buscar o mano e vamos para casa... Amanhã voltas.
2.ª Pergunta (já no corredor): Mãe gostava de saber por que é que não posso lanchar hoje na escola...
Resposta: Glup...
By éSe
Trocado por miúdos #7: Quando for grande quero ser...
Este é o desenho que resultou do primeiro dia de escola da Madalena:
Versão n.º 1
Mada: Sabes avó (materna), fiz um desenho hoje na escola de ti, do avô e da mamã quando era pequenina...
Avó: Então e fizeste o avô com uma barriguinha um bocadinho grande?
Mada: Não porque o avô não tem a barriga grande...
Versão n.º 2
Mada: Mãe, na minha mochila está um desenho que fiz hoje na escola. És tu, o papá e eu. Tu és a gordinha porque o mano está na tua barriga. Fiz como quando ele estava na tua barriga. Fiz foi o pai sem cabelo... assim, careca.
Versão n.º 3
Mada: Avó (paterna), fiz este desenho de ti e do avô comigo... O avô está deitado porque às vezes adormece no sofá.
É certo que a arte nem sempre (para não dizer nunca) tem uma interpretação única... mas julgava que a diferença de análise residia em que observava a obra e não na cabeça do próprio autor. Assim sendo, estou para aqui a pensar qual a profissão mais adequada para a minha pequena Mada, dado que tão pequena já revela uma grande capacidade de... contentar a audiência. Algum especialista em orientação vocacional que me possa dar umas luzes sobre a melhor carreira para as potencialidades da minha filha?
By éSe
Versão n.º 1
Mada: Sabes avó (materna), fiz um desenho hoje na escola de ti, do avô e da mamã quando era pequenina...
Avó: Então e fizeste o avô com uma barriguinha um bocadinho grande?
Mada: Não porque o avô não tem a barriga grande...
Versão n.º 2
Mada: Mãe, na minha mochila está um desenho que fiz hoje na escola. És tu, o papá e eu. Tu és a gordinha porque o mano está na tua barriga. Fiz como quando ele estava na tua barriga. Fiz foi o pai sem cabelo... assim, careca.
Versão n.º 3
Mada: Avó (paterna), fiz este desenho de ti e do avô comigo... O avô está deitado porque às vezes adormece no sofá.
É certo que a arte nem sempre (para não dizer nunca) tem uma interpretação única... mas julgava que a diferença de análise residia em que observava a obra e não na cabeça do próprio autor. Assim sendo, estou para aqui a pensar qual a profissão mais adequada para a minha pequena Mada, dado que tão pequena já revela uma grande capacidade de... contentar a audiência. Algum especialista em orientação vocacional que me possa dar umas luzes sobre a melhor carreira para as potencialidades da minha filha?
By éSe
E não é que isto saiu na imprensa #2
«Lady Gaga usa um piercing nas partes intimas. A excentricidade foi registada por um fotógrafo no decorrer de uma festa.
Lady Gaga, que não usa roupa interior, usou um vestido com uma ‘racha’ tão grande que não deixou margem para dúvidas. »
in Correio da Manhã, 19/09/2011
by éSe
in Correio da Manhã, 19/09/2011
by éSe
A Casa do Degredo
éSe acordou com a sensação de que tinha estado a assistir pelo ex canal da igreja a uma espécie de casting de um filme para adultos de 5.ª categoria. Será verdade ou estará a necessitar de aumentar a dosagem da medicação?
setembro 18, 2011
Sábado à tarde...
"...
No cinema da avenida
Mal as luzes se apagavam
Acendia o coração" e o radar...
No cinema da avenida
Mal as luzes se apagavam
Acendia o coração" e o radar...
Encontrou-se equipamento fotográfico (com radar de velocidade incorporado), à chegada a Torres Vedras pela rotunda junto ao acesso a uma conhecida loja de material desportivo. Julga-se que terá caído de um carro branco com riscas laranja e verdes que estava muito bem parado em plena rotunda... Parado na rotunda? Mas não é proibido parar nas rotundas?!
setembro 16, 2011
Por que razão eu não tenho amigos normais (e gosto)? #2
A minha amiga Pê, que costuma ir beber copos na noite da Consoada, vai a um jantar de Natal... HOJE. O convite rezava assim: «Resolvi antecipar ligeiramente o jantar de Natal. Gostava muito de contar com a vossa companhia. Não haverá troca de prendas!» Explicava Pê: «Não vai haver troca de prendas. É por isso que eu vou».
By éSe
By éSe
E não é que isto saiu na imprensa #1
«A vida de Pippa Middleton vai inspirar um filme. Cineastas já estão à procura de uma actriz com um traseiro redondo como o da irmã de Kate Middleton, mulher do príncipe William. »
in Correio da Manhã, edição electrónica em 16/09/2011
by éSe
in Correio da Manhã, edição electrónica em 16/09/2011
by éSe
setembro 14, 2011
Bom começo no regresso à escola: «No mundo há outros»
«No Mundo Há Outros» é o título da nota aos pais da nova escola da Madalena. «Um bom começo vale para toda a vida», lê-se ainda na capa no pequeno folheto que explica a importância das vivências do jardim de infância no crescimento dos meninos. Concordo. E considero esta nota um bom começo. A começar pelo título.
setembro 13, 2011
Dor de corno de África...
É por estas e por outras que sinto uma espécie de dor de corno de África. Ao ver a angolana Leila Lopes registo também ligeiras preturbações ao nível dos meus cotovelos... É linda, venceu o concurso Miss Universo e ainda por cima fala português.
P.S.: As fotos são do Sapo (podem aceder aqui).
De Nova Iorque para... Avô!
Será pura coincidência ou existirá alguma intencionalidade nesta inscrição? Pouco importa se ele se chama José Vítor e ela Elisabete Vanessa ou outra coisa qualquer... Zé e Betty gravaram os seus nomes numa árvore no Miradouro de Avô (Oliveira do Hospital)... Não terá sido no regresso de Nova Iorque, onde este Zé talvez nunca tenha estado... nem depois de uma temporada em Sintra, que esta Betty talvez ainda nem conheça... Mas estou convicta de que quando fizeram esta inscrição terão pensado o mesmo que eu pensei quando a li e fotografei... Só espero que, não sendo pura coincidência apenas, esta inscrição se revista de algum sentido de humor por parte do casal... tipo «que o nosso amor dure muito para além da mumificação de um de nós». Caso se trate de uma espécie de idolatria do ridículo, então há que encontrar o José Vítor e a Elisabete Vanessa para lhes ministrar a medicação adequada, se ainda for a tempo!
setembro 12, 2011
Por que raio ninguém pensou nisto antes? #1: Portugueses prestes a seguirem passos dos coelhos
Finalmente, Portugal terá uma verdadeira política de apoio à natalidade. Conheça todas as medidas que faltavam para os portugueses se decidirem a ter filhos como se não houvesse amanhã. Vai ser procriar que nem coelhos...
1) Quem tem filhos tem... desconto no desconto. Leia aqui. (éSe pergunta a si própria se ainda irá a tempo de ter um filho antes do Natal só para poupar tamanha fortuna)
2) Quem faz um filho... Fá-lo porque não tem dinheiro para a TDT, conforme se verifica aqui (Ok ok... esta medida já é antiga, mas assenta bem agora e por isso pimba).
3) Se não tiver dinheiro para dar à luz no interruptor, por causa disto aqui, talvez se distraia e acabe a dar à luz no hospital.
4) E finalmente, a cereja no topo do bolo pode ler-se aqui.É uma espécie de quem anda à chuva molha-se, nem que tenhamos de lhe roubar o chapéu...
Fica a dúvida, por que raio ninguém se lembrou disto antes?
1) Quem tem filhos tem... desconto no desconto. Leia aqui. (éSe pergunta a si própria se ainda irá a tempo de ter um filho antes do Natal só para poupar tamanha fortuna)
2) Quem faz um filho... Fá-lo porque não tem dinheiro para a TDT, conforme se verifica aqui (Ok ok... esta medida já é antiga, mas assenta bem agora e por isso pimba).
3) Se não tiver dinheiro para dar à luz no interruptor, por causa disto aqui, talvez se distraia e acabe a dar à luz no hospital.
4) E finalmente, a cereja no topo do bolo pode ler-se aqui.É uma espécie de quem anda à chuva molha-se, nem que tenhamos de lhe roubar o chapéu...
Fica a dúvida, por que raio ninguém se lembrou disto antes?
O Carnaval é quando o Homem quiser #1: Notícia só para leitores com um elevado grau de parvoíce
Esta notícia até pode ser considerada importante, séria e interessante, mas tal depende muito do grau de parvoíce do leitor. Ora não pode ser um indivíduo ocasionalmente parvo. Um predominante parvo já consegue entender pelo menos o objectivo da medida. No entanto, a coisa calha na perfeição a seres exclusivamente parvos. Quanto à definição de parvo. Ora bem, também não é um parvo qualquer. Porque há parvos que têm a sua graça... mas parvos com graça têm cérebro, o que não é compatível com o vão ler ao acederem aqui.
P.S.: Façam-me apenas um favor: não digam que isto aconteceu em Portugal, nem que veio da igreja católica, porque padeço desses dois males e com isto ainda me envergonham.
By éSe
P.S.: Façam-me apenas um favor: não digam que isto aconteceu em Portugal, nem que veio da igreja católica, porque padeço desses dois males e com isto ainda me envergonham.
By éSe
Trocado por miúdos #6: Agora tens de casar outra vez...
Mada sobre a aliança perdida: «O pai perdeu o anel do casamento? (silêncio) Então já não vai a haver festa de anos do teu casamento. (silêncio) Agora tens de casar outra vez. (silêncio) Podes emprestar o teu anel que não tem brilhante ao pai...»
By éSe
By éSe
setembro 11, 2011
11 de Setembro: Faz hoje anos...
... o maior atentado que o Mundo já viu... e isso é motivo para não esquecer esta data.
... sobre a morte de um grande amigo... e isso é razão mais do que suficiente para não deixar passar este dia em claro.
... o meu casamento e isso é algo que me deixa extremamente feliz e que tem de ser assinalado.
... sobre a morte de um grande amigo... e isso é razão mais do que suficiente para não deixar passar este dia em claro.
... o meu casamento e isso é algo que me deixa extremamente feliz e que tem de ser assinalado.
Dentadinha de amor...
O Victor Hugo do circo andava a passear-se por um supermercado a Sul com um bracito ao peito. Parece que foi mordido por um leaozinho... Uma dentadinha de amor, certamente. É para aprender que cada macaco no seu galho e cada leão na selva e não numa jaula nem a fazer figura de parvo no circo.
Xiuuuuuuuuuuuu se não ainda acordam o pitbull!
Este fim-de-semana é a Sul por várias razões. O mano está de férias... Há aniversário de casamento... Enfim, nada melhor do que aproveitar tudo para um momento "família feliz". E a coisa até estava a correr pelo melhor. A viagem foi excelente. O tempo tem estado bastante bom.
Juntam-se umas fantásticas caminhadas à beira mar...
... compensadas pelas Bolas de Berlim com creme que a Mada apelida de Bolas de Berlinde.
Tudo parecia perfeito. Até que... o meu "esponjo" perdeu a aliança de casamento no mar quando mandava uma bola a um miúdo de dois anos que por acaso até joga melhor "o esférico" do que muitos de 20 e de 30 que ainda há pouco vestiam a camisola dos leões (mas isso é apenas um aparte). Ora a bola foi e atrás dela a aliança que lhe coloquei no dedo faz neste preciso dia de hoje (9/11) sete anos. Será este o pretexto para a crise dos sete anos de casamento? Ou será apenas uma forma de agravar a crise financeira pois agora o homem está decidido em adquirir outra de forma imediata (e diz que o ouro está caro)?... Que falta de sorte. Ficámos ambos para chorar... Numa tentativa desesperada de mudar o destino da dita, ainda passamos para cima de uma hora à procura no mar... Mais fácil seria encontrar a tal agulha no palheiro.
Foram-se os anéis, ficaram os dedos. Há que tentar ver o lado bom da coisa. Foi o que fizemos (embora ainda não tenhamos conseguido encontrar um lado bom ou sequer assim assim), até chegar ao apartamento e descobrir que já tínhamos vizinhos de baixo. Dois casais com pinta de gente fina, por fora, mas com alguma dificuldade na articulação de expressões simples como "bom dia", "boa tarde", "boa noite" e "obrigado". É certo que um deles parece estar já embalsamado e talvez por isso não consiga tugir nem mugir, portanto, há que ser compreensivo. Do outro casal, dizer a falta de chá não é defeito físico, pois a senhora rosna com alguma frequência. Ainda à pouco constatámos esse facto quando o senhor a levou a passear e, qual pitbull, já ia a rosnar. Dá ideia que rosna apenas por duas razões: por tudo e por nada. Espero que o homem volte depressa para pôr o pitbull a dormir porque este fim-de-semana está a correr de forma estranha e não me apetece ser mordida por esta espécie de cão feroz.
A ver vamos como corre o dia de amanhã. Até tremo!
Juntam-se umas fantásticas caminhadas à beira mar...
... compensadas pelas Bolas de Berlim com creme que a Mada apelida de Bolas de Berlinde.
Tudo parecia perfeito. Até que... o meu "esponjo" perdeu a aliança de casamento no mar quando mandava uma bola a um miúdo de dois anos que por acaso até joga melhor "o esférico" do que muitos de 20 e de 30 que ainda há pouco vestiam a camisola dos leões (mas isso é apenas um aparte). Ora a bola foi e atrás dela a aliança que lhe coloquei no dedo faz neste preciso dia de hoje (9/11) sete anos. Será este o pretexto para a crise dos sete anos de casamento? Ou será apenas uma forma de agravar a crise financeira pois agora o homem está decidido em adquirir outra de forma imediata (e diz que o ouro está caro)?... Que falta de sorte. Ficámos ambos para chorar... Numa tentativa desesperada de mudar o destino da dita, ainda passamos para cima de uma hora à procura no mar... Mais fácil seria encontrar a tal agulha no palheiro.
Foram-se os anéis, ficaram os dedos. Há que tentar ver o lado bom da coisa. Foi o que fizemos (embora ainda não tenhamos conseguido encontrar um lado bom ou sequer assim assim), até chegar ao apartamento e descobrir que já tínhamos vizinhos de baixo. Dois casais com pinta de gente fina, por fora, mas com alguma dificuldade na articulação de expressões simples como "bom dia", "boa tarde", "boa noite" e "obrigado". É certo que um deles parece estar já embalsamado e talvez por isso não consiga tugir nem mugir, portanto, há que ser compreensivo. Do outro casal, dizer a falta de chá não é defeito físico, pois a senhora rosna com alguma frequência. Ainda à pouco constatámos esse facto quando o senhor a levou a passear e, qual pitbull, já ia a rosnar. Dá ideia que rosna apenas por duas razões: por tudo e por nada. Espero que o homem volte depressa para pôr o pitbull a dormir porque este fim-de-semana está a correr de forma estranha e não me apetece ser mordida por esta espécie de cão feroz.
A ver vamos como corre o dia de amanhã. Até tremo!
setembro 09, 2011
Por que razão eu não tenho amigos normais (e gosto)?
Podia aqui tecer muitos comentários sobre pessoas inteligentes, com sentido de humor e uma certa pancada que são minhas amigas... mas julgo que este bilhete que uma delas me mostrou hoje, escrito pelo seu próprio pai após saída para férias e afixado no quadro de informações lá de casa (que deve ser para aí a porta do frigorífico) diz tudo sobre esse tipo de pessoas... Na verdade, tudo se resume a um facto: Tenho amigos inteligentes, com sentido de humor e uma certa pancada porque têm a quem sair.
By éSe
setembro 08, 2011
Considerações post mortem #2
A pedido de várias famílias, nomeadamente duas, há que acrescentar mais algumas coisas bonitas de se dizer quando morre alguém. Ambas a dar expressão àquela grande filosofia lusa de que, aconteça o que acontecer, podia ser pior... muito piorrrrrrrrrrrrrrrrrr.
A primeira expressão é um contributo da éSe e reza (salvo seja) assim: «Está melhor do que nós». Pois é éSe, está mesmo a ver-se de onde vem o ditado que «antes a morte que tal sorte». Subscrevo o teu grande "livra".
A segunda família dá pelo nome de éMe e fez saber que se incomoda um pouco com velórios, sendo que isso «geralmente não tem a ver com os mortos, tadinhos!»... Tem a ver com os vivos e a forma macabra com que se contentam com qualquer coisa... tipo «pelo menos já não está a sofrer». Pois é, boa éMe, mais uma vez o povo tem razão: para sofrer ficam os vivos, os que «cá estamos», os que «vamos andando», até «que Deus queira» porque «tem que ser», como se estar vivo constituísse de facto a fatalidade.
A primeira expressão é um contributo da éSe e reza (salvo seja) assim: «Está melhor do que nós». Pois é éSe, está mesmo a ver-se de onde vem o ditado que «antes a morte que tal sorte». Subscrevo o teu grande "livra".
A segunda família dá pelo nome de éMe e fez saber que se incomoda um pouco com velórios, sendo que isso «geralmente não tem a ver com os mortos, tadinhos!»... Tem a ver com os vivos e a forma macabra com que se contentam com qualquer coisa... tipo «pelo menos já não está a sofrer». Pois é, boa éMe, mais uma vez o povo tem razão: para sofrer ficam os vivos, os que «cá estamos», os que «vamos andando», até «que Deus queira» porque «tem que ser», como se estar vivo constituísse de facto a fatalidade.
Passar a ponte a pé...
éSe e éRe preparam-se para um grande evento desportivo... na companhia de éSe e de éRe. Confuso? Aguardem
Considerações post mortem
Ontem uma vez mais aconteceu... tive de ir a um velório. Por acaso convivo bem com a morte, sobretudo com a dos outros... e, claro, também depende dos outros. Na verdade, foi um velório de um ente querido de uma pessoa que conheço e à qual queria manifestar solidariedade (sim, não vou a velórios só porque não tenho nada para fazer, mas porque tem de ser).
Mas deixemo-nos de lamechices para falar sobre o que realmente importa. E o que importa é: como controlar a minha boca grande? O que dizer numa altura destas? Para mim, que tenho uma capacidade extraordinária de meter o pé na argola, a pata na poça, os pés pelas mãos e tudo aquilo que possa caracterizar dizer o que não deve na altura menos própria, esta é realmente uma preocupação relevante... Lá voltei eu a passar o dia a pensar no que dizer... Chego a um velório e digo "Boa tarde"? Não me soa bem... A tarde pode até ser boa, mas se calhar não é a altura indicada para abordar o assunto. Então e "Olá, está bom?"... Se calhar bom não está pois perdeu um familiar. É certo que está melhor que o morto, mas isso não significa que esteja bom. Talvez, "Então, como está?". Como pergunta estúpida que é merece uma resposta igualmente estúpida: "Estou órfão.» Ou será melhor "Está a aguentar-se?"... Sim, pois está, o outro é que não se aguentou... Também gosto muito da expressão "Então, já lá está!» ou «Ainda ontem estava tão bem». Resultado: Invariavelmente acabo a olhar para as pessoas com uma certa de cara de parva (mais evidente do que a que uso habitualmente), balbuciando coisas que ninguém percebe muito bem até ouvir do outro lado uma espécie de quebra gelo «É a vida»... É, de facto. Aliás, é como diz a outra, «estar vivo é o contrário de estar morto»... e vice-versa.
Mas deixemo-nos de lamechices para falar sobre o que realmente importa. E o que importa é: como controlar a minha boca grande? O que dizer numa altura destas? Para mim, que tenho uma capacidade extraordinária de meter o pé na argola, a pata na poça, os pés pelas mãos e tudo aquilo que possa caracterizar dizer o que não deve na altura menos própria, esta é realmente uma preocupação relevante... Lá voltei eu a passar o dia a pensar no que dizer... Chego a um velório e digo "Boa tarde"? Não me soa bem... A tarde pode até ser boa, mas se calhar não é a altura indicada para abordar o assunto. Então e "Olá, está bom?"... Se calhar bom não está pois perdeu um familiar. É certo que está melhor que o morto, mas isso não significa que esteja bom. Talvez, "Então, como está?". Como pergunta estúpida que é merece uma resposta igualmente estúpida: "Estou órfão.» Ou será melhor "Está a aguentar-se?"... Sim, pois está, o outro é que não se aguentou... Também gosto muito da expressão "Então, já lá está!» ou «Ainda ontem estava tão bem». Resultado: Invariavelmente acabo a olhar para as pessoas com uma certa de cara de parva (mais evidente do que a que uso habitualmente), balbuciando coisas que ninguém percebe muito bem até ouvir do outro lado uma espécie de quebra gelo «É a vida»... É, de facto. Aliás, é como diz a outra, «estar vivo é o contrário de estar morto»... e vice-versa.
setembro 06, 2011
Sai um par de óculos graduados para nuestros hermanos
Então não é que o jornal desportivo espanhol «A Marca» elegeu o nosso Cristiano Ronaldo como o homem mais bonito da Liga espanhola, conforme esta notícia aqui.
éSe acrescenta que deve ter sido a edição em braille daquele jornal, porque não há nenhuma outra razão a não ser a completa cegueira para colocar o Ronaldo à frente do Torres, do Bella, ou até do Canalles.
éSe acrescenta que deve ter sido a edição em braille daquele jornal, porque não há nenhuma outra razão a não ser a completa cegueira para colocar o Ronaldo à frente do Torres, do Bella, ou até do Canalles.
Trocado por miúdos #5: O caso do furto de uma divisão assoalhada
O pessoal vai de férias para um T1 - ou seja: um quarto, um WC, e uma sala daquelas com kitchenet. Vai o puto (que também é um bocadinho de éSe), quase quase a fazer três anos, dá uma volta(inha) pela casa e pergunta: "Ó mãe... e onde é que está a sala?"...
Manhã dedicada à saúde...
Ontem foi assim, a matar o tempo à espera de uma pessoa "para cima de extremamente importante" que foi ao hospital para uma "piquena" afinação no motor:
E depois olhei pela janela e percebi por que razão anda tanta gente doente por ali... É que ainda se vê a ponta do "coiso", por assim dizer. Pois é amigos, estão doentes, é da vista!
setembro 02, 2011
Leitura... a metro!
Ontem foi dia de transportes públicos aqui para a menina éSe... Isso é um evento digno de registo pois acontece muito pontualmente (infelizmente) desde há... 18 anos, mais coisa menos coisa. O facto de morar no cú de Judas e trabalhar lá onde ele perdeu as botas (sim, não é de agora trabalhar longe), enfim, parecendo que não, complica.
Primeiro o comboio e depois o metro... E o que me soube bem não conduzir e poder ler enquanto chegava ao destino... Só acho que a viagem foi muito rápida. Aliás, é por essas e por outras que sou contra o TGV... Ir de Lisboa ao Porto e não conseguir sequer dar cabo de um capítulo de um qualquer livro de bolso deve ser frustrante.
Quanto às viagens não podiam ter corrido melhor - imagino que o facto de terem ocorrido ainda em período de férias torne as coisas muito mais pacíficas. Isso e ter falhado as horas de ponta. Já a relação homem máquina não foi das melhores. Aquela jogada dos cartões recarregáveis, das idas e voltas, das zonas e das linhas coloridas e torniquetes a abrir e a fechar... é bem capaz de baralhar mentes menos preparadas para a tecnologia, como a minha.
Uma nota negativa para a falta de jeito de para aí 90 por cento dos "grafitters" que pintam as carruagens portuguesas...
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