Estava aqui a pensar nas palavras do ministro Miguel Relvas sobre o fim das suaves prestações anuais que se pagam em Portugal, mais conhecidas por subsídios de férias e de Natal, ou 13.º e 14.º mês... Confesso que fiquei preocupada, até que o senhor Passos explicou:«Sobre a possibilidade de se manterem os 12 vencimentos, o primeiro-ministro declarou que esta hipótese poderá ocorrer no futuro, mas que, neste caso, representaria apenas uma alteração na forma, e não uma redução no total recebido pela avença.
"Isso [pagamento em 12 parcelas] pode vir a acontecer no futuro em Portugal, ou não. Digamos que não estamos a trabalhar nesta altura com uma proposta desta. Mas se vier a acontecer, significa apenas que as pessoas viriam a ter o pagamento anual pago em 12 parcelas, e não 14, mas isso não tem nada a ver com aquilo que propusemos para vigorar apenas dois anos, peço que não confundam", reforçou.», publica o Exame Expresso.
Fico mais descansada, mas coloco a questão: Podemos chamar a isso o quê? Repartição da miséria?
outubro 28, 2011
Demolidor de subsídios... no RSF
Não, não convidámos o Gaspar para escrever para o RSF... é de outro demolidor de subsídios que estamos a falar:
Podem aceder aqui.... e ficar a saber quanto do vosso subsídio de Natal de 2011 já era.
Desejava-vos boas prendinhas no sapatinho, mas cheira-me que há muita gente a ficar descalça...
Podem aceder aqui.... e ficar a saber quanto do vosso subsídio de Natal de 2011 já era.
Desejava-vos boas prendinhas no sapatinho, mas cheira-me que há muita gente a ficar descalça...
Porche abandonado à beira da auto-estrada procura família de acolhimento
Está um Porche encostado há (pelo menos) dois dias na berma da auto-estrada nº 1, sensivelmente ao quilómetro 2 - Sacavém. Não sei quem o abandonou, mas gostaria de informar que caso não saibam o que lhe hão-de fazer... é favor entregar lá em casa que eu prometo tratá-lo com todo o carinho.
outubro 24, 2011
Coisas que o Código da Estrada não explica #2
O comportamento daquelas pessoas que vão a conduzir e a falar ao telefone em simultâneo, sem no entanto colocarem o aparelho junto ao ouvido. Ao invés disso, seguram o dito "disfarçadamente" ao nível da boca, enquanto falam e olham para todos os lados, numa clara postura "under cover", como se ninguém fora do seu carro conseguisse perceber o óbvio: QUE ESTÃO A INFRINGIR A LEI FALANDO AO TELEMÓVEL ENQUANTO CONDUZEM!
O dia na rede: Poema dum funcionário cansado
A noite trocou-me os sonhos e as mãos
dispersou-me os amigos
tenho o coração confundido e a rua é estreita
estreita em cada passo
as casas engolem-nos
sumimo-nos
estou num quarto só num quarto só
com os sonhos trocados
com toda a vida às avessas a arder num quarto só
Sou um funcionário apagado
um funcionário triste
a minha alma não acompanha a minha mão
Débito e Crédito Débito e Crédito
a minha alma não dança com os números
tento escondê-la envergonhado
o chefe apanhou-me com o olho lírico na gaiola do quintal em frente
e debitou-me na minha conta de empregado
Sou um funcionário cansado dum dia exemplar
Por que não me sinto orgulhoso de ter cumprido o meu dever?
Por que me sinto irremediavelmente perdido no meu cansaçoSoletro velhas palavras generosas
Flor rapariga amigo menino
irmão beijo namorada
mãe estrela música
São as palavras cruzadas do meu sonho
palavras soterradas na prisão da minha vida
isto todas as noites do mundo numa só noite comprida num quarto só.
dispersou-me os amigos
tenho o coração confundido e a rua é estreita
estreita em cada passo
as casas engolem-nos
sumimo-nos
estou num quarto só num quarto só
com os sonhos trocados
com toda a vida às avessas a arder num quarto só
Sou um funcionário apagado
um funcionário triste
a minha alma não acompanha a minha mão
Débito e Crédito Débito e Crédito
a minha alma não dança com os números
tento escondê-la envergonhado
o chefe apanhou-me com o olho lírico na gaiola do quintal em frente
e debitou-me na minha conta de empregado
Sou um funcionário cansado dum dia exemplar
Por que não me sinto orgulhoso de ter cumprido o meu dever?
Por que me sinto irremediavelmente perdido no meu cansaçoSoletro velhas palavras generosas
Flor rapariga amigo menino
irmão beijo namorada
mãe estrela música
São as palavras cruzadas do meu sonho
palavras soterradas na prisão da minha vida
isto todas as noites do mundo numa só noite comprida num quarto só.
António Ramos Rosa
outubro 21, 2011
Coisas que o Código da Estrada não explica #1
O facto de existirem pessoas que estando sentadas no lugar do condutor, posicionam a cabeça sensivelmente a meio dos dois bancos da frente, numa inclinação de cerca de 90º. E é assim que conduzem.
Diz que o Povo tem sempre razão, será?
Há um provérbio popular que conheci apenas hoje e que me deixa algo preocupada com o futuro:
«Quem deve a Pedro e paga a Gaspar, volta a pagar.»
Será?
Tenham medo... tenham muito medo!
«Quem deve a Pedro e paga a Gaspar, volta a pagar.»
Será?
Tenham medo... tenham muito medo!
outubro 19, 2011
Grande concurso CABAZ PORTUGUÊS RSF
Não há blogue que se preze que não faça um concurso de vez em quando... O RSF não será a excepção que confirma a regra da blogosfera e por isso cá vai: começa hoje o grande concurso CABAZ PORTUGUÊS RSF. Vamos lá ver se chegamos aos 50 seguidores desta treta (este é o grande objectivo do concurso). O regulamento é simples:
1 - Terão de escrever nos comentários a este post uma frase que inclua as palavras "vaselina" e "contraceptivo", bem como a sigla "RSF".
2 - Não serão aceites (que é o mesmo que dizer que serão apagadas) frases com palavrões, como por exemplo otorrinolaringologista e outras ordinarices. Asneiras também não se admitem, nem piadinhas de cariz sexual(*).
3 - Não serão aceites (que é o mesmo que dizer que serão apagadas) participações de anónimos. Apenas se admitem a concurso seguidores registados neste blogue.
4 - Quem escolhe a frase somos nós, quem aplica o regulamento somos nós e quem se sentir lesado está com azar pois não se aceitam reclamações.
O Cabaz Português RSF é tão mitra quanto o País que o viu nascer e por isso só tem dois produtos (**), que são:
Descrição dos produtos (que estão ambos dentro do prazo de validade):
- 1.º Contraceptivo: Para os portugueses, é a derradeira tentativa de evitar pôr mais um cidadão caloteiro no mundo.
- 2.º Vaselina: Para usar nos contactos futuros com os diversos departamentos/secções do Ministério das Finanças.
Por razões óbvias, não se recomenda a participação neste concurso a pessoas que pretendam usar o número de filhos como forma de obter fantásticos privilégios ao nível das deduções do IRS.
O prazo do concurso termina quando nós dissermos.
Arranjaremos maneira de enviar os produtos ao vencedor, mas só para moradas em correio nacional, português de Portugal (***). Todos os participantes que não tenham morada em território nacional ficarão ao nível do funcionário público português em Dezembro de 2012 enquanto aguarda o pagamento do subsidio de Natal, ou seja, a ver navios.
(*) Para os devidos efeitos, rabo (e suas derivações mais brejeiras) também é considerado um órgão sexual.
(**) Os produtos não são para levar no cabaz porque na verdade não há cabaz a não ser no nome.
(***) No caso de ser uma morada da Madeira, não nos responsabilizamos se os produtos não chegarem ao destinatário, até porque não temos tempo de andar à procura em buracos.
P.S.: As bolas azuis são para tapar as marcas porque a última coisa que queremos na vida é problemas com a saúde, nomeadamente com a indústria farmacêutica...
1 - Terão de escrever nos comentários a este post uma frase que inclua as palavras "vaselina" e "contraceptivo", bem como a sigla "RSF".
2 - Não serão aceites (que é o mesmo que dizer que serão apagadas) frases com palavrões, como por exemplo otorrinolaringologista e outras ordinarices. Asneiras também não se admitem, nem piadinhas de cariz sexual(*).
3 - Não serão aceites (que é o mesmo que dizer que serão apagadas) participações de anónimos. Apenas se admitem a concurso seguidores registados neste blogue.
4 - Quem escolhe a frase somos nós, quem aplica o regulamento somos nós e quem se sentir lesado está com azar pois não se aceitam reclamações.
O Cabaz Português RSF é tão mitra quanto o País que o viu nascer e por isso só tem dois produtos (**), que são:
Descrição dos produtos (que estão ambos dentro do prazo de validade):
- 1.º Contraceptivo: Para os portugueses, é a derradeira tentativa de evitar pôr mais um cidadão caloteiro no mundo.
- 2.º Vaselina: Para usar nos contactos futuros com os diversos departamentos/secções do Ministério das Finanças.
Por razões óbvias, não se recomenda a participação neste concurso a pessoas que pretendam usar o número de filhos como forma de obter fantásticos privilégios ao nível das deduções do IRS.
O prazo do concurso termina quando nós dissermos.
Arranjaremos maneira de enviar os produtos ao vencedor, mas só para moradas em correio nacional, português de Portugal (***). Todos os participantes que não tenham morada em território nacional ficarão ao nível do funcionário público português em Dezembro de 2012 enquanto aguarda o pagamento do subsidio de Natal, ou seja, a ver navios.
(*) Para os devidos efeitos, rabo (e suas derivações mais brejeiras) também é considerado um órgão sexual.
(**) Os produtos não são para levar no cabaz porque na verdade não há cabaz a não ser no nome.
(***) No caso de ser uma morada da Madeira, não nos responsabilizamos se os produtos não chegarem ao destinatário, até porque não temos tempo de andar à procura em buracos.
P.S.: As bolas azuis são para tapar as marcas porque a última coisa que queremos na vida é problemas com a saúde, nomeadamente com a indústria farmacêutica...
Mão nas mamas já...
éSe foi hoje a uma consulta no Hospital Cuf Descobertas e calhou acertar no dia em que aquela unidade de saúde estava a desenvolver uma campanha de sensibilização do cancro da mama. éSe julga que este será um evento do Grupo José de Mello Saúde - a exemplo do que já aconteceu noutros anos - no mês que se assinala o Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama (30 de Outubro).
Vai daí estavam a entregar a todas as mulheres um folheto com indicações para auto-exame daqueles que dá para pespegar na porta (por exemplo da casa de banho) para não esquecer de fazer a palpação das mamas regularmente.
éSe só tem uma coisa a dizer: Mulheres, toca de palpar as mamas como se não houvesse amanhã... É aceder aqui que está tudo bem explicadinho.
Vai daí estavam a entregar a todas as mulheres um folheto com indicações para auto-exame daqueles que dá para pespegar na porta (por exemplo da casa de banho) para não esquecer de fazer a palpação das mamas regularmente.
éSe só tem uma coisa a dizer: Mulheres, toca de palpar as mamas como se não houvesse amanhã... É aceder aqui que está tudo bem explicadinho.
Trocado por miúdos #9: A fada dos dentes... postiços!
Mada: Ó mãe, a fada madrinha existe?
éSe: Ãããã... A fada? Madrinha? Bom... Sim. O que queres mesmo saber?
Mada: É que um menino ficou sem um dente e disse que a fada ia buscá-lo...
éSe: Ah isso, sim, pois, isso é a fada dos dentes. Existe sim. Quando te cair um dente, antes de ires dormir, pões o dente debaixo da almofada e durante a noite, enquanto dormes, vem a fada dos dentes e troca o dente por uma moeda, um doce ou uma prenda...
Mada: Ah!
Silêncio
Mada: Mãe, podemos pôr hoje debaixo da almofada uma coisinha branca a fingir que é um dente?!
éSe: Ãããã... A fada? Madrinha? Bom... Sim. O que queres mesmo saber?
Mada: É que um menino ficou sem um dente e disse que a fada ia buscá-lo...
éSe: Ah isso, sim, pois, isso é a fada dos dentes. Existe sim. Quando te cair um dente, antes de ires dormir, pões o dente debaixo da almofada e durante a noite, enquanto dormes, vem a fada dos dentes e troca o dente por uma moeda, um doce ou uma prenda...
Mada: Ah!
Silêncio
Mada: Mãe, podemos pôr hoje debaixo da almofada uma coisinha branca a fingir que é um dente?!
Isto a rir leva-se melhor #1
«NUMA AULA DE HISTÓRIA DE PORTUGAL… Pergunta a Professora:
- Carlinhos, sabe a quem é que se deve o pinhal de Leiria?
- Fónix, ó s'tora, então essa merda também não está paga?!?»
- Carlinhos, sabe a quem é que se deve o pinhal de Leiria?
- Fónix, ó s'tora, então essa merda também não está paga?!?»
outubro 18, 2011
Trocado por miúdos #8: Um bebé na barriga
Mada (4 anos) julga é bastante mais crescida que o primo (quase 3 anos) e que por isso tem muitas coisas para lhe ensinar que ele ainda não sabe, nomeadamente como nascem os bebés:
Mada: Então o namorado e a namorada põem a sementinha de bebé na barriga. Depois, há uma forma de dar beijinhos para a barriga crescer. Percebeste?
O primo "Más" acena com a cabeça que sim...
Mada: Então o namorado e a namorada põem a sementinha de bebé na barriga. Depois, há uma forma de dar beijinhos para a barriga crescer. Percebeste?
O primo "Más" acena com a cabeça que sim...
outubro 14, 2011
Sobre o IVA...
Sobre o aumento do IVA em alguns produtos:
éSe: Olha estás a ver... afinal também há produtos que estavam a 13% e vão passar a 6%...
éRe: Deve ser a vaselina!
éSe: Olha estás a ver... afinal também há produtos que estavam a 13% e vão passar a 6%...
éRe: Deve ser a vaselina!
Em dia de desespero...
... musiquinha para animar a malta.
Diz o Primeiro Ministro ao País:
Moral da história para os portugueses:
Diz o Primeiro Ministro ao País:
Alguém que estuda em Paris sorri... e ouve-se a banda sonora:
De Berlim, alguém suspira e pensa:
Em Lisboa, a Oposição vocifera:
éSe pensa sobre o assunto e conclui:
Moral da história para os portugueses:
outubro 12, 2011
Falar a sério #3: Mãe de amor…
O seu coração de mãe começou a bater mais forte quando apareceu a imagem no monitor do aparelho de ecografias. Ainda que ampliado muitas vezes, não passava de um pequeno ponto que piscava a uma velocidade considerável. A médica lá foi explicando que se tratava de um coração que batia. Teria apenas 8 ou 9 semanas de uma existência a que faz questão de chamar vida. As lágrimas encheram-lhe os olhos e foi preciso fazer algum esforço para que não escorregassem pelo rosto. Não estava triste. Pelo contrário. Era o coração do seu bebé que batia. Apesar da emoção, conseguiu conter as lágrimas. Escondeu-as atrás de um sorriso desajeitado. Parecia-lhe que naquele momento ficava mal começar a chorar por causa de um ponto. E era mínimo aquele ponto.
Depois, foi assistir ao delinear do corpo do seu bebé. E senti-lo mexer. Esperar ansiosamente pela passagem do tempo para lhe apreciar as feições.
Desde aquele dia, em que viu pela primeira vez o ponto que piscava no seu ventre sentiu que o seu coração de mãe ganhara uma nova forma de bater. Batia agora de forma mais intensa, mais quente, mas também mais temerosa.
Até que chegou o dia que mais desejava. O medo e a ansiedade apertavam-lhe o peito ao ponto de pensar que sucumbiria. Em pouco tempo, Maria estava deitada sobre o seu corpo. Tocou-lhe, hesitante. Se tivesse de escolher algumas coisas para recordar para sempre, uma seria certamente o toque da pele da sua filha no momento em que nasceu. Outra, a forma como a pequena mão de Maria apertava a sua. Já se tivesse que escolher algo para esquecer, seria a profunda tristeza do momento em que deixou de amamentar… e o vazio que sentiu no seu corpo quando Maria veio ao Mundo. Como se lhe tivessem arrancado um pedaço de si, literalmente.
Nem todas as sensações se repetiram da segunda vez… A energia do filho nascido retira da barriga que cresce muitas das atenções dedicadas à primeira gravidez… Já o amor de mãe, não se divide… multiplica-se tantas vezes quantos os filhos que tem. Como se multiplicam a ansiedade, o medo, a angústia de não saber como protegê-los para sempre. E as dúvidas. Uma mãe tem sempre dúvidas. Faz sempre tudo pelo melhor, mas teme sempre que esteja a fazê-lo da pior forma… O seu desejo é apenas um: que os filhos tenham dentro de si tudo o que precisam para viverem felizes sempre, em cada momento das suas vidas, sem excepções. Se pelo caminho reconhecerem que essa riqueza que têm nasceu também do amor da sua mãe… ah isso seria perfeito.
Hoje, quando olha para as suas crias, pensa como pode ser possível amá-las ainda mais do que ontem. Não há medida para este amor. Enche o peito. Enche a alma de uma forma que não se estima, não se apura, não se explica. Hoje, se lhe pedissem para escrever umas linhas sobre o amor de mãe, contaria a história do dia em que nasceu mais uma mãe de amor…
By éSe
outubro 09, 2011
O "RAM RAM" de sempre...
Da Região Autónoma da Madeira nada de novo... O "RAM RAM" de sempre. Eu cá gostaria de ter votado. É uma espécie de mania de novo rico que tenho: já que pago, pelo menos escolhia.
outubro 05, 2011
Pão por éSe
E para terminar o dia 2 de ócio em beleza, primeiro há que atirar lenha para a fogueira...
... para depois comer o pão que éSe e restantes diabretes lá de casa amassaram...
E está tão bom quanto parece!
Nada como comemorar o Dia Mundial do Animal...
... no meio deles, os verdadeiros animais. Por isso éSe pegou nas crias e lá foi para a Quinta Pedagógica dos Olivais que até ver é de borla. Apesar de ser uma quinta pequena, é de facto um espaço bastante agradável. éSe só não percebe muito bem por que raio há um cão preso à corrente e não numa boxe (vulgo canil) que lhe parece bastante mais pedagógico.
Fica a homenagem a todos os animais, em particular a duas das espécies favoritas de éSe:
Fica a homenagem a todos os animais, em particular a duas das espécies favoritas de éSe:
E para que não haja confusões com todos os burros e porcos que andam por esse mundo, incluindo aqueles com que éSe tem tido a fatalidade de se cruzar, cá fica a imagem, a título de exemplo, do tipo de "verdadeiros animais" a homenagear:
É ou não é lindo?
éSe era capaz de se habituar a isto
A boa vida - Dia 1
Porque a malta curte mesmo ir comer fora...
E ficar uns bons momentos a ver o mundo da perspectiva do papo para o ar, no sentido literal...
Rodando sempre no sentido dos ponteiros do relógio...
Até se fartar e erguer-se lentamente para voltar a fazer algo pela vida...
Como por exemplo, aproveitar aquilo que a natureza oferece e que está mesmo ali à mão...
O que o Montejunto tem de melhor é mesmo muito bom!
Para português viver #3
Não há nada como ser claro, curto e conciso, mesmo quando o assunto é deixar uma mensagem num parquímetro para os cidadãos pagantes:
Ou para ser mais preciso: Não há nada como ser curto e grosso...
Já agora, alguém esclareça o seguinte: Foi a éSe que embirrou com a máquina ou esta tradução para inglês está "aportuguesada" demais:
Diria éSe que quem escreve mensagens para esta máquina "doesn't give a shit"...
outubro 02, 2011
Opinião sem filtro #2: A vida em tempo de crise - A dita é dura...
Tenho algo para dizer a todas as pessoas que pensam que a sua vida não é fácil porque na empresa onde trabalham já tiveram de fazer quase tudo ao abrigo da chamada polivalência funcional, acicatada pelo fantasma do mercado de trabalho (mas sobretudo pela ditadura do mercado do desemprego, que vai já com mais de meio milhão de pessoas à procura de um posto de trabalho que pode muito bem ser o seu). E o que tenho para lhes dizer é: Não desanimem que isto afinal toca a todos.
A vida em tempo de crise tem que se lhe diga. A dita é dura, muito dura. Veja-se o caso da finíssima, intelectual(íssima), (super)culta e (megahiper)erudita "Babs" Guimarães a ter de apresentar um "reality show" que usa a falta de saúde de outros, física e mental (sim porque há pessoas deprimidas por estas coisas), para vender televisão, acenando-lhes com um jogo milagroso que lhes devolverá (ou dará a quem nunca teve) uma vida com maior qualidade.
Força Bárbara. Estamos contigo. Há vários milhares de portugueses que todos os dias se sujeitam para ganhar o seu ao fim do mês. Felizmente para estes não aparecem na TV durante o acto de sujeição, mas também não ganham o suficiente para serem expostos nem podem dar entrevistas a dourar a pílula.
É por estas e por outras que se vê que isto está mesmo mau... ai está está.
A vida em tempo de crise tem que se lhe diga. A dita é dura, muito dura. Veja-se o caso da finíssima, intelectual(íssima), (super)culta e (megahiper)erudita "Babs" Guimarães a ter de apresentar um "reality show" que usa a falta de saúde de outros, física e mental (sim porque há pessoas deprimidas por estas coisas), para vender televisão, acenando-lhes com um jogo milagroso que lhes devolverá (ou dará a quem nunca teve) uma vida com maior qualidade.
Força Bárbara. Estamos contigo. Há vários milhares de portugueses que todos os dias se sujeitam para ganhar o seu ao fim do mês. Felizmente para estes não aparecem na TV durante o acto de sujeição, mas também não ganham o suficiente para serem expostos nem podem dar entrevistas a dourar a pílula.
É por estas e por outras que se vê que isto está mesmo mau... ai está está.
Porque é que eu sei que abriu a época de caça?
Porque voltei a acordar ao domingo com tiros como música de fundo... (não, não moro na Líbia nem no Iraque). É caso para dizer que no campo era um descanso, até hoje!
outubro 01, 2011
Master "ajavardanço" gastronómico
Ao fim de cinco minutos a ver o MasterChef chego à conclusão de que afinal não sei comer bem... apenas enfardar. Quanto àquele ritual que costumava fazer com toda a fineza e que consistia, afinal, em enfiar comida ao molho para dentro de um tacho... não sei como se chama, mas duvido que seja cozinhar. É mais uma espécie de "ajavardanço" gastronómico. É o fim do mito, aos 37 anos.
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