Este fim-de-semana é a Sul por várias razões. O mano está de férias... Há aniversário de casamento... Enfim, nada melhor do que aproveitar tudo para um momento "família feliz". E a coisa até estava a correr pelo melhor. A viagem foi excelente. O tempo tem estado bastante bom.
Juntam-se umas fantásticas caminhadas à beira mar...
... compensadas pelas Bolas de Berlim com creme que a Mada apelida de Bolas de Berlinde.
Tudo parecia perfeito. Até que... o meu "esponjo" perdeu a aliança de casamento no mar quando mandava uma bola a um miúdo de dois anos que por acaso até joga melhor "o esférico" do que muitos de 20 e de 30 que ainda há pouco vestiam a camisola dos leões (mas isso é apenas um aparte). Ora a bola foi e atrás dela a aliança que lhe coloquei no dedo faz neste preciso dia de hoje (9/11) sete anos. Será este o pretexto para a crise dos sete anos de casamento? Ou será apenas uma forma de agravar a crise financeira pois agora o homem está decidido em adquirir outra de forma imediata (e diz que o ouro está caro)?... Que falta de sorte. Ficámos ambos para chorar... Numa tentativa desesperada de mudar o destino da dita, ainda passamos para cima de uma hora à procura no mar... Mais fácil seria encontrar a tal agulha no palheiro.
Foram-se os anéis, ficaram os dedos. Há que tentar ver o lado bom da coisa. Foi o que fizemos (embora ainda não tenhamos conseguido encontrar um lado bom ou sequer assim assim), até chegar ao apartamento e descobrir que já tínhamos vizinhos de baixo. Dois casais com pinta de gente fina, por fora, mas com alguma dificuldade na articulação de expressões simples como "bom dia", "boa tarde", "boa noite" e "obrigado". É certo que um deles parece estar já embalsamado e talvez por isso não consiga tugir nem mugir, portanto, há que ser compreensivo. Do outro casal, dizer a falta de chá não é defeito físico, pois a senhora rosna com alguma frequência. Ainda à pouco constatámos esse facto quando o senhor a levou a passear e, qual pitbull, já ia a rosnar. Dá ideia que rosna apenas por duas razões: por tudo e por nada. Espero que o homem volte depressa para pôr o pitbull a dormir porque este fim-de-semana está a correr de forma estranha e não me apetece ser mordida por esta espécie de cão feroz.
A ver vamos como corre o dia de amanhã. Até tremo!

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