Ontem a Lusa escreveu sobre um tratamento recentemente adoptado na Fundação Champalimaud, feito
«(...) através de uma máquina quase única no mundo (...)» (sic)
Quase única?! Alguém me explica como se eu fosse muito burra porque não atinjo. Mas deve ser um problema meu, tendo em conta que foi reproduzido tal e qual em vários órgãos de comunicação social...
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