Estava aqui a pensar nas palavras do ministro Miguel Relvas sobre o fim das suaves prestações anuais que se pagam em Portugal, mais conhecidas por subsídios de férias e de Natal, ou 13.º e 14.º mês... Confesso que fiquei preocupada, até que o senhor Passos explicou:«Sobre a possibilidade de se manterem os 12 vencimentos, o primeiro-ministro declarou que esta hipótese poderá ocorrer no futuro, mas que, neste caso, representaria apenas uma alteração na forma, e não uma redução no total recebido pela avença.
"Isso [pagamento em 12 parcelas] pode vir a acontecer no futuro em Portugal, ou não. Digamos que não estamos a trabalhar nesta altura com uma proposta desta. Mas se vier a acontecer, significa apenas que as pessoas viriam a ter o pagamento anual pago em 12 parcelas, e não 14, mas isso não tem nada a ver com aquilo que propusemos para vigorar apenas dois anos, peço que não confundam", reforçou.», publica o Exame Expresso.
Fico mais descansada, mas coloco a questão: Podemos chamar a isso o quê? Repartição da miséria?
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